Fertilizantes
de liberação controlada
De acordo com o autor Bennett (1996) os fertilizantes de
liberação controlada fazem parte de um grupo maior de produtos denominados
genericamente de fertilizantes de eficiência aprimorada. Vários produtos,
antigos ou novos, estão sendo vistos com amplo interesse devido a modificações
recentes no contexto agronômico e ambiental. Estes produtos possuem diferentes
modos de ação, sendo os principais: (a) inibidores ou de estabilização, (b)
compostos orgânicos sintéticos não revestidos mas de disponibilidade lenta, e
(c) fertilizantes
Esses fertilizantes apresentam diversas vantagens se comparados
os convencionais em diversas culturas, como arroz, hortícolas e ornamentais
(CARVALHO, 2003.), em diferentes tipos de solo, climas e manejos. Experimentos
com adubos de liberação lenta, em comparação com adubos sem revestimento,
mostram que os primeiros resultam em maior crescimento e menos lixiviação de
nutrientes (CECONI,D.E et al, 2007). Como principal desvantagem, os
fertilizantes de liberação lenta apresentam custo superior às fontes solúveis,
requerendo a adequação das doses nos diferentes sistemas de produção, visando
aperfeiçoar o uso do insumo e garantir a produção econômica de mudas.
REFERÊNCIAS
BENNETT, E. Slow-release fertilizers. Virginia Gardener
Newsletter, Blacksburg, v. 11, n. 4, 1996.
CARVALHO, P. E. R. Espécies arbóreas brasileiras. Brasília:
Embrapa Informação Tecnológica; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2003. 1039.
CECONI, D. E.; POLETTO, I.; LOVATO, T.; MUNIZ, M. F. B.
Exigência nutricional de mudas de erva mate (Ilex paraguariensis A. St.-Hil.) à
adubação fosfatada. Ciência Florestal, v. 17, n. 1, p. 25 - 32, 2007.
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